advinha?

Pibidianos do Teatro têm três resumos aprovados em seminário nacional

24 de Agosto de 2010


Os pibidianos do Teatro tiveram três resumos aprovados no XXVII Seminário Nacional de Arte-Educação da Fundarte/Montenegro, o mais importante evento da área de artes no estado e um dos mais significativos do país.

Eles apresentarão o PIBID/UFPel - Humanidades incentivando a docência e o subprojeto da área de teatro do PIBID em dois pôsteres e um relato de experiência. A coordenação da área é da professora Taís Ferreira.

Trabalhos aprovados e autores:


PIBID - Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência : estudos dos PCNs e a relevância na formação do professor de teatro
Ana Alice Müller Andrade
Carolina Amaro Ferreira
Diego Fogassi Carvalho
Fátima Zanetti Portelinha
Orientadora: Taís Ferreira
Instituição de vínculo: UFPEL
Fomento: PIBID/CAPES


PIBID - Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência: Ações junto à Universidade Federal de Pelotas
Allan Leite
Bianca Barbosa
Hélcio Fernandes
Maicon Barbosa
Tainara Urrutia
Orientadora: Taís Ferreira
Instituição de vínculo: UFPEL
Fomento: PIBID/CAPES


Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência - PIBID-UFPel: Ações específicas da área de Teatro.
Flávio Dorneles
Lídia Rosenhein
Orientadora: Taís Ferreira
Instituição de vínculo: UFPEL
Fomento: PIBID/CAPES


fonte: http://ccs.ufpel.edu.br/wp/2010/08/24/pibidianos-do-teatro-tem-tres-resumos-aprovados-em-seminario-nacional/#more-7762

Eu vou!!!!

Estudantes do Projeto Quilombo têm propostas aprovados em Seminário Nacional de Arte-Educação

24 de Agosto de 2010


Três dos estudantes monitores do Projeto Quilombo - teatro às favelas, vinculado ao Programa Vizinhança, da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura(Prec) da UFPel, tiveram suas propostas aprovadas para o XXVII Seminário Nacional de Arte-Educação da Fundarte/Montenegro. São dois relatos de experiência sobre o Projeto Quilombo e um pôster também sobre o mesmo trabalho. Os estudantes, todos do curso de Teatro, são Lidia Rosenhein (relato de experiência), Maicon Barbosa (relato de experiência) e Everton de Lima (pôster). Os professores coordenadores são Paulo Gaiger e Fabiane Tejada.


fonte: http://ccs.ufpel.edu.br/wp/2010/08/24/estudantes-do-projeto-quilombo-tem-propostas-aprovados-em-seminario-nacional-de-arte-educacao/#more-7778

Learning play – PEÇA DE APRENDIZADO

Video da apresentação sobre peça didática


Durante o terceiro semestre do curso de teatro-Licenciatura da UFPel, na disciplina de teatro na Educação II, um dos assuntos abordados foi Bertold Brecht focando a peça didática.


“Para você representar uma peça didática

será necessário jogar como fazem os alunos
de uma escola”

(BRECHT,Bertold).

A partir da fala deste importante dramaturgo, teórico, poeta e pedagogo alemão que desenvolveu inúmeros trabalhos teatrais, desenvolvo minha narrativa.


Peça didática ou peça de aprendizado como o próprio autor Brecht preferia, é uma proposta onde todas as pessoas envolvidas no evento (como cita Desgranges em “A pedagogia do teatro: Provocação e dialogismo"), são peças fundamentais no processo, onde todos integrantes são ao mesmo tempo observadores, atuantes, ou seja todos são receptores, jogadores e espectadores, não sendo um trabalho como tratado no teatro épico como ESPETACULAR.


Na peça didática cada jogador assume um papel social “onde entra o caráter pedagógico“, onde este aprendizado dá-se no questionamento a situação que lhe é imposto e também na experiência vivenciada, focando a si mesmo e o coletivo ao longo da sua construção como indivíduo, sem um ponto final sem um acabamento prévio estabelecido.


A peça de aprendizado além de romper com a organização artística estabelecida é um processo investigativo totalmente aberto a intervenções, e o reflexo deste processo, deve refletir-se na sua ação e crítica social pois Brecht fala o maior aprendiz é quem atua.


Como aprendiz e atuante nesse processo, levanto alguns questionamentos:


Pode ser jogadores e atuantes quem não entende a proposta de Brecht ou minimamente conhece tal trabalho desse Monstro teatral?

O Vídeo acima fez parte dos “processos” da “Mostra Cena e Som” das faculdades de Teatro, Dança e Música no período de 12 à 17 de Julho de 2010. Um processo que foi prazeroso atuar com quem entendeu a proposta.


Porem até quando processos que não há envolvimento direto e dedicação de todos participantes?

Como resposta e fala de alguns que não assistem aula o semestre inteiro, não fazem o mínimo de leitura exigido e são completamente a favor de mostrar processos “vai lá faz qualquer coisa e garanto minha nota e vou passando adiante”, minha crítica é infelizmente aceita-se qualquer coisa como arte.


Não aceito como futura arte educadora, como aprendiz, que ao me formar vou olhar pro lado e vou ver um bando de medíocres formando-se juntamente comigo, e estas falas não são minha... Ao ler a crítica sobre “a mostra Cena e som".


Senti-me incomodada em ficar em silêncio e decidir manifestar através deste espaço, MEU ESPAÇO o que penso em relação a formação de futuros “arte-educadores”.

Encerro dizendo as palavras de Brecht “que para representar uma peça didática será necessário jogar como fazem os alunos de uma escola.”... não vejo nem nas escolas que atuo a postura desleixada de muitos dos acadêmicos.


Meu desaBAFO!!!

É como ler uma história e sentir-se um personagem dela!

Há um projeto de Extensão da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), chamado “Teatro nas Escolas”. O projeto foi idealizado e implementado no ano de 1999, tento como objetivo estimular o desenvolvimento da arte teatral no contexto escolar.


A coordenação do projeto está a cargo da professora doutoranda Fabiane Tejada da Silveira, autora da dissertação “O jogo teatral na construção de sujeitos”, a qual indico e por diversas vezes nesse espaço me referirei, pois faz parte da minha construção como arte-educadora.


Integro esse projeto desde que ingressei no curso de Licenciatura em Teatro, onde tenho obtido experiência neste prazeroso ofício de dar aulas.


Com este projeto, estive em 2008 na Escola Estadual de Ensino Médio Nossa Senhora de Lourdes com o trabalho “Teatro-fórum”, apresentado no oitavo Poder Escolar, tento como referencial o diretor de teatro, dramaturgo, ensaísta brasileiro e autor Augusto Boal, que até aquele momento era desconhecido para mim, o qual me encanta hoje.


Logo a experiência naquela escola proporcionou-me conhecimento sobre obras de Augusto Boal e pude praticar, com a turma a qual estava aplicando oficinas e jogos teatrais sugeridos por este autor, em sua obra “Teatro do Oprimido”.


Juntamente com meu colega, Dionata Lopes, acadêmico do curso de Licenciatura em Teatro, estamos, atualmente, desenvolvendo o projeto na Escola Estadual Pres Castelo Branco, no município de Capão do Leão.


È uma experiência bem diferente da primeira escola em que atuei. Nesta escola o espaço físico é limitado. Muitas vezes temos que chegar com bastante antecedência para preparar a sala de aula, afastando as mesas e cadeiras para abrir espaço para as práticas teatrais propostas.


Trabalhamos com uma turma de primeiros anos do Ensino Médio, porém essa dificuldade não tem afetado na qualidade de nossas oficinas. A escola e os estudantes nos receberam com muito carinho, o que torna nosso trabalho cada dia mais prazeroso.


Realizamos no dia 08 de junho de 2010, uma performance chamada “sombras”,com esses estudantes apresentada no Post anterior, o jogo proposto era da seguinte maneira:

Os jogadores sairiam as ruas da cidade vestidos de roupas neutras com acessórios e maquiagens exagerados que chamassem atenção. A partir desse momento eles só poderiam comunicar-se através do corpo, sem fala, e deveriam seguir como sombras as pessoas que transitassem pela cidade.Levando em consideração cada detalhe da pessoa seguida.


O objetivo deste jogo era trabalhar com os estudantes, corpo e concentração.

Observem abaixo as imagens:


Percebemos que essa atividade atingiu o objetivo proposto, pois a turma apresentava uma dificuldade considerável de concentração, e no processo deste jogo, os estudantes atingiram um nível gradativamente significativo de concentração, para menos de um mês de trabalho nesta escola.


Essa oportunidade que o projeto nos oferece de experimentar, obter e observar os resultados imediatos é excelente!

È como ver a teoria se materializando!

È como ler uma história e sentir-se um personagem dela!


Participe!


Projeto de extensão teatro nas escolas


O Projeto de Extensão Teatro nas escolas da UFPel ,que tem como objetivo estimular o desenvolvimento da arte teatral no contexto escolar

Apresenta:



Sombras



Os alunos Dionata Lopes e Lídia Rosenhein integrantes do projeto, juntamente com a Escola Estadual de Ensino MédioPres. Castelo Branco.

Convidam a comunidade do Capão do Leão e Pelotas para participarem dessa performance “SOMBRAS que ocorrerá nas ruas principais da cidade do Capão do Leão à realizar-se no dia 08 de junho de 2010 apartir das 15hs

A performance trata-se de um jogo teatral onde os alunos/jogadores integrantes do projeto realizado na escola Estadual de E. M. Pres. Castelo Branco, trabalharão corpo e concentração. Alunos esses que encontram-se em um processo de trabalho teatral no âmbito da Escolar.